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Instituto Tênis aperfeiçoa treinamento de seus atletas

Enviado por - 9 de janeiro de 2012 – 20:46Nenhum Comentário

Foto: Divulgação

Com objetivo de formar futuros profissionais e campeões, IT busca ajuda científica no desenvolvimento de seus atletas

Depois de um mês de férias, os tenistas do Instituto Tênis começam nesta segunda-feira, dia 09, no Centro de Treinamento Itaú, em Alphaville, São Paulo, os treinos para início da temporada 2012. O objetivo desses atletas, com idades entre 12 e 18 anos, é se tornar profissional. E para chegar lá, eles passam a contar este ano com uma ajuda decisiva. Todos estão sendo submetidos a uma minuciosa avaliação, que revela a característica física, mental, nutricional e técnica de cada um. Com base nesses dados, a equipe multidisciplinar do IT vai poder desenvolver um treinamento específico para cada atleta, visando o alto rendimento dentro dos limites genéticos de cada um.

A avaliação está sendo feita a partir de uma parceria selada com o Núcleo de Alto Rendimento (NAR), um laboratório de análise com equipamentos capazes de medir parâmetros individuais. Com sede em São Paulo, os profissionais do NAR, dirigido por Irineu Loturco Filho, colhem dados objetivos como velocidade, força, tempo de movimento e outros parâmetros imperceptíveis a olho nu. “Com base nesses resultados, que são passados para os treinadores, será possível desenvolver um treinamento específico, aperfeiçoando as habilidades e trabalhando para superar as deficiências de cada atleta”, explica Mark Caldeira, formado em Educação Física e Coordenador do Núcleo de Ciências Aplicadas da Confederação Brasileira de Tênis (CBT).

Tenistas profissionais como Thomaz Bellucci, Thiago Alves, Tiago Monteiro, Bruno Santana, Guilherme Clezar, Bruno Soares, também já passaram pela avaliação no NAR. “Os dados que conseguimos obter com essa avaliação vão nos ajudar a tornar cada atleta mais potente, mais rápido e até mais forte, sempre respeitando a fase que cada um está vivendo”, explica Mark. Segundo ele, esse é um passo importante para que o Brasil não perca mais atletas com potencial para se tornar um Rafael Nadal, por exemplo, por terem sido exigidos demais quando ainda eram juvenis e, ao atingirem o profissionalismo, já estão “se aposentando” fisicamente.

Cristiano Borrelli, diretor do Instituto Tênis, reconhece a importância desse tipo de informação para seus atletas. “Como trabalhamos com tenistas em formação, com idades entre 12 e 18 anos, esses dados vão nos ajudar a desenvolver melhor a coordenação motora, o amadurecimento emocional e o aperfeiçoamento técnico de maneira individual em nossos atletas, sempre respeitando o limite de cada um, para que amanhã eles sejam profissionais campeões”, ressalta Cristiano. E acrescenta: “Esse é o nosso papel, criar a melhor estrutura para que os nossos atletas possam focar no trabalho dentro da quadra e permitir que todos possam otimizar seus potenciais”.

Crédito Foto/Divulgação

Legenda – André Ponce durante a realização de um dos testes no laboratório do NAR (Núcleo de Alto Rendimento), em São Paulo

Assessoria de Imprensa/Valéria Corbucci

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